Medicina Nuclear com o rigor da ciência e presença

Terapia Radioligante: tratamento oncológico de precisão, com cuidado e responsabilidade

Terapia radioligante baseada em evidência internacional

Tratamento com Pluvicto®,  aprovado por diretrizes como National Comprehensive Cancer Network e European Society for Medical Oncology, indicado para casos específicos de câncer metastático.

Medicina nuclear com precisão molecular

A terapia radioligante representa uma das evoluções mais importantes da oncologia moderna. Trata-se de um tratamento direcionado, guiado por exames de imagem avançados, que permite atingir células tumorais com precisão.

Avaliação individualizada e acompanhamento próximo

Discussão multidisciplinar, critérios clínicos rigorosos e orientação clara ao paciente e à família em todas as etapas do tratamento.

Se você busca informação segura e tratamento com responsabilidade, está no lugar certo.
Agende sua consulta e entenda se a terapia radioligante com Pluvicto® é indicada para o seu caso.

Sobre o Dr. Dalton Alexandre dos Anjos

Sou o Dr. Dalton Alexandre dos Anjos, médico nuclear com atuação em diagnóstico molecular e terapias radioligantes em São Paulo.

Meu compromisso é oferecer avaliação individualizada, baseada em evidência científica, tecnologia de ponta e acompanhamento próximo ao paciente e sua família.

  • Médico especialista em Medicina Nuclear, com atuação focada em PET/CT oncológico e terapia radioligante.
  • Head de Medicina Nuclear e PET/CT da DASA e integra o corpo clínico do Hospital 9 de Julho e do Hospital Santa Paula, em São Paulo.
  • Prática voltada ao cuidado de pacientes com câncer, especialmente em situações que exigem avaliação precisa da extensão da doença e definição de estratégias terapêuticas avançadas.

Mais do que realizar exames ou aplicar tratamentos, o trabalho envolve:

  • Analisar cada caso de forma individual
  • Discutir condutas com equipe multidisciplinar
  • Explicar com clareza cada etapa ao paciente
  • Acompanhar a evolução com responsabilidade

A Medicina Nuclear permite enxergar além da anatomia. Permite compreender o comportamento biológico do tumor. E é a partir dessa informação que decisões mais assertivas podem ser tomadas.

O QUE É TERAPIA RADIOLIGANTE

A terapia radioligante é um tratamento oncológico avançado que utiliza moléculas específicas ligadas a isótopos radioativos para atingir diretamente as células tumorais.

Essas moléculas reconhecem receptores presentes na superfície das células do câncer. Ao se ligarem a eles, são absorvidas por essas células e emitem radiação no seu interior, causando danos ao DNA e levando a célula cancerígena à morte.

Como funciona a terapia radioligante

Primeiro, o paciente realiza o exame de PET/CT para confirmar a presença do alvo molecular nas metástases.

Após a confirmação e havendo indicação, o medicamento radioligante é administrado por via intravenosa.

 

O medicamento circula pelo corpo e se liga às células tumorais.

 

A radiação é emitida no interior dessas células.

 

BASE CIENTÍFICA DA TERAPIA RADIOLIGANTE

Tratamento baseado em evidência internacional

A terapia radioligante com Pluvicto® (177Lu-PSMA) e Lutathera® (177Lu-DOTATATE) é um tratamento oncológico aprovado e respaldado por estudos clínicos internacionais de alto nível.

Não se trata de terapia experimental. É uma modalidade de tratamento para câncer metastático incorporada às principais diretrizes em oncologia e medicina nuclear, utilizada em centros de referência no Brasil e no exterior.

Sua indicação é baseada em critérios clínicos rigorosos, exames como PET/CT e avaliação individualizada.

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Diretrizes nacionais e internacionais que respaldam a terapia radioligante

O tratamento com radiofármacos terapêuticos está contemplado nas recomendações de:

  • European Association of Nuclear Medicine (EANM)
    • Society of Nuclear Medicine and Molecular Imaging (SNMMI)
    • National Comprehensive Cancer Network (NCCN)
    • European Society for Medical Oncology (ESMO)
    • European Association of Urology (EAU)
  • Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN)

Essas instituições definem critérios técnicos para indicação, segurança, monitoramento e acompanhamento do paciente submetido à terapia radioligante.

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Aprovação regulatória

A terapia com lutécio-177 é aprovada por agências regulatórias como:

  • United States Food and Drug Administration (FDA)
  • European Medicines Agency (EMA)
  • Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

O tratamento é realizado seguindo protocolos de segurança, critérios clínicos bem definidos e monitoramento contínuo.

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Principais estudos clínicos

Câncer de próstata metastático
O estudo VISION, publicado no New England Journal of Medicine em 2021, demonstrou aumento significativo de sobrevida global com o uso de 177Lu-PSMA-617 em pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração.

O estudo TheraP, publicado no The Lancet, evidenciou maior taxa de resposta tumoral quando comparado à quimioterapia em pacientes com expressão confirmada de PSMA.

Tumores neuroendócrinos
O estudo NETTER-1, publicado no New England Journal of Medicine em 2017, demonstrou aumento significativo de sobrevida livre de progressão com 177Lu-DOTATATE em tumores neuroendócrinos com expressão de receptores de somatostatina.

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Compromisso com medicina baseada em evidência

A indicação da terapia radioligante em São Paulo é sempre individualizada, baseada em imagem molecular, exames laboratoriais e discussão multidisciplinar.

Cada paciente é avaliado de forma criteriosa para determinar se o tratamento com radiofármaco é apropriado para o seu estágio da doença e perfil clínico.

PARA QUAIS TIPOS DE CÂNCER É INDICADA

Atualmente, a terapia radioligante é indicada principalmente para:

Câncer de próstata metastático resistente à castração

Câncer de próstata metastático resistente à castração com metástases exclusivamente ósseas

Tumores neuroendócrinos inoperáveis ou metastáticos

Carcinoma de tireoide

A indicação depende de critérios clínicos, exames de imagem e avaliação especializada.

Se você recebeu indicação para avaliação de terapia radioligante ou deseja uma segunda opinião especializada, entre em contato.
Informação correta reduz incerteza. Avaliação adequada define caminhos.

INDICAÇÕES DA TERAPIA RADIOLIGANTE

Quando a iodoterapia com iodo-131 é recomendado para carcinomas de tireoide?

  • Carcinoma papilífero ou folicular
  • Após cirurgia para remoção total da tireoide (tireoidectomia total)
  • Classificados como de risco intermediário ou alto para recidiva tumoral
  • Avaliação médica favorável após consulta e avaliação de exames laboratoriais e de imagem

Quando o PSMA-617-Lutécio177 (Pluvicto®) é recomendado para câncer de próstata metastático resistente à castração?

  • Doença metastática para qualquer órgão ou tecido
  • Progressão após outras linhas de tratamento (agentes anti-hormonais e quimioterapia)
  • Presença confirmada do alvo molecular (exame de PET/CT PSMA positivo)
  • Avaliação médica favorável após consulta e avaliação de exames laboratoriais e de imagem

Quando o rádio-223 (Xofigo®) é recomendado para câncer de próstata metastático resistente à castração?

  • Doença metastática exclusivamente óssea
  • Progressão após outras linhas de tratamento (agentes anti-hormonais e quimioterapia)
  • Exame de Cintilografia Óssea positiva
  • Exames de Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética sem metástases viscerais
  • Avaliação médica favorável após consulta e avaliação de exames laboratoriais e de imagem

VANTAGENS DA TERAPIA RADIOLIGANTE

Tratamento direcionado às células tumorais

Possibilidade de atingir múltiplas metástases

Baseado em imagem molecular personalizada

Pouca toxicidade e boa tolerabilidade quando comparado à quimioterapia

COMO É FEITO O TRATAMENTO

N

Consulta especializada em medicina nuclear

N

Revisão de exames e histórico clínico

N

Realização de PET/CT específico

N

Programação da aplicação

N

Administração intravenosa em ambiente hospitalar

Duração

O tratamento costuma ser realizado em regime ambulatorial. O paciente permanece algumas horas na unidade e, na maioria dos casos, retorna para casa no mesmo dia.

Frequência

São realizados ciclos, geralmente com intervalos de 6 a 8 semanas. O número de aplicações depende da resposta clínica e laboratorial.

DIFERENÇA ENTRE RADIOTERAPIA E TERAPIA RADIOLIGANTE

Essa diferença permite tratar áreas múltiplas do corpo de forma direcionada.

E

Radioterapia convencional

A radiação é aplicada externamente, por aparelhos que direcionam feixes ao tumor.

E

Terapia radioligante

A radiação é administrada internamente, por meio de um medicamento que circula no organismo e identifica células tumorais específicas.

Depoimentos

Veja o que nossos clientes dizem sobre o cuidado, atendimento e excelência em cada detalhe.